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quarta-feira, 24 de junho de 2009

CG 150 Titan Mix 2009 "Bi-combustível"


Modelo permite que o motociclista escolha abastecer com o combustível que melhor atenda às suas necessidades

A liberdade, uma das características inerentes à motocicleta e que sempre agradou seus usuários, alcançou seu mais alto grau com a chegada da CG 150 Titan Mix. Agora, além de visualizar o horizonte sem fim à sua frente e poder ir e vir com agilidade, o motociclista pode escolher qual combustível – gasolina ou álcool – dará vida à sua motocicleta, de acordo com suas necessidades e expectativas.

A CG 150 Titan Mix apresenta ao mercado um novo e inédito conceito de mistura de combustíveis para motocicletas. É a primeira no mundo produzida em série que utiliza tanto o álcool quanto a gasolina como combustíveis e foi considerada projeto de destaque pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda no Japão. Desenvolvida pelos engenheiros da Honda especificamente para o público brasileiro, a tecnologia pioneira é totalmente adequada às características da já conhecida e conceituada CG 150 Titan.

Original de fábrica, o sistema Mix possui componentes exclusivos e dispensa qualquer tipo de adaptação, permitindo o uso da gasolina, do álcool ou da mistura álcool/gasolina. Como ressalva, vale destacar que, em condições de temperatura ambiente abaixo dos 15ºC, o tanque deve conter um mínimo de 20% de gasolina para que se garanta a partida a frio.

A nova motocicleta chega para atender aos anseios dos consumidores, que têm demonstrado grande interesse por veículos movidos tanto a álcool quanto a gasolina. De acordo com pesquisas realizadas pela Honda com proprietários da CG 150 Titan, a maioria dos entrevistados compraria uma motocicleta bicombustível. Entre as vantagens citadas pelos usuários, as principais são a possibilidade de escolha do combustível e a economia de dinheiro.

Economia, desempenho e responsabilidade ambiental

Além de atender às expectativas dos consumidores, proporcionando-lhes liberdade de escolha, o desenvolvimento da CG 150 Titan Mix acompanha a estratégia mundial da Honda voltada para a preservação do meio ambiente, com a criação de novas tecnologias ecologicamente responsáveis. Quando comparado à gasolina, o álcool tem a vantagem de ser uma fonte de energia renovável. Além disso, polui menos que os combustíveis fósseis e não possui enxofre em sua composição – tornando sua combustão mais limpa.

Quando abastecida com álcool, a CG 150 Titan Mix emite menos gases poluentes se comparada ao uso da gasolina. Vale lembrar que, nas duas situações, atende-se com folga aos limites de emissões estabelecidos pela terceira fase do Promot (Programa de Controle de Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares).

Com relação ao desempenho, a utilização da gasolina permite um funcionamento mais linear e progressivo do motor. Já o álcool favorece um comportamento mais vigoroso e ligeiramente mais potente. Enquanto a motocicleta desenvolve 1,32 kgf.m de torque a 6.500 rpm e 14,2 cv de potência a 8.500 rpm quando abastecida com gasolina, estes valores sobem para 1,45 kgf.m e 14,3 cv, respectivamente, quando utilizado o álcool.

No momento de abastecer a motocicleta, o usuário deve avaliar suas necessidades e prioridades para poder escolher o combustível que melhor se encaixe à sua realidade. Em suma, o álcool é mais indicado para aqueles que buscam economia, desejam fazer sua parte quanto à preservação do meio ambiente e para o motociclista que busca melhor desempenho da motocicleta. Por outro lado, se o consumidor deseja autonomia para percorrer distâncias mais longas, deve optar pela gasolina, uma vez que o menor poder calorífico do álcool quando comparado à gasolina implica em um maior consumo para gerar a mesma queima. Caso o objetivo seja rodar por mais quilômetros gastando menos dinheiro, devem-se analisar os preços praticados à época na região.

Por que o nome “Mix”?

Esta versão da CG 150 Titan foi denominada “Mix”. Isto porque, em situações de temperatura ambiente abaixo dos 15oC, recomenda-se que o próprio tanque contenha um mínimo de 20% de gasolina para que se garanta a partida a frio.

Tanto nas motocicletas movidas a álcool disponíveis no mercado no início da década de 80 quanto nos automóveis flex comercializados atualmente, a presença de um reservatório de gasolina é que permite a partida a frio em qualquer situação de temperatura ambiente – o que os torna totalmente flexíveis quanto à utilização dos combustíveis.

No entanto, durante o desenvolvimento da CG 150 Titan Mix, optou-se por não incluir esse sistema – também conhecido como subtanque. Assim, a Honda obteve um conjunto mais leve e compacto, que não interfere na dinâmica da motocicleta. Além disso, contribui com a segurança do motociclista, uma vez que este subtanque ficaria exposto a eventuais impactos.

Como funciona

O sistema Mix é coordenado por um ECM (Engine Control Module) exclusivo, interligado a sensores que monitoram o desempenho do motor e transmitem informações sobre a mistura que está sendo utilizada. De acordo com os dados fornecidos por estes sensores, o ECM escolhe um dos seguintes programas de funcionamento:

Programa 1: Tanque abastecido com gasolina
Programa 2: Tanque contendo gasolina e álcool na mesma proporção
Programa 3: Tanque contendo maior quantidade de álcool
Programa 4: Tanque abastecido apenas com álcool

O sensor de oxigênio, localizado logo na saída do motor, é o principal responsável pelo perfeito funcionamento do sistema Mix. Este faz a leitura dos gases queimados e passa a informação ao ECM. Se o resultado da combustão for uma mistura mais pobre, significa que o combustível utilizado é a gasolina. Assim, ativa-se o Programa 1. Por outro lado, se a mistura for mais rica – o que indica a utilização de álcool – ativa-se o Programa 4. Caso a mistura for intermediária, ativam-se os Programas 2 ou 3, de acordo com a situação.

Com base no mapa de funcionamento escolhido, o ECM transmite as informações ao bico injetor, que fornecerá a quantidade adequada de combustível para a queima, levando-se em conta a mistura que está sendo utilizada, e acertará o ponto de ignição – adiantando-o no caso do álcool e atrasando-o no caso da gasolina.

Para adequar a CG 150 Titan Mix à utilização do álcool, algumas alterações técnicas foram necessárias. O bocal interno do tanque agora possui tela antichamas, para evitar a propagação de fogo de fora para dentro do tanque.

O bico injetor, exclusivo, permite maior vazão, enquanto o filtro de combustível secundário possui maior capacidade de retenção de sujeiras e evita o entupimento precoce da bomba. O gerador foi adequado para atender ao maior esforço provocado pela partida a frio. O tratamento interno do tanque e o potenciômetro do marcador de combustível foram alterados para funcionamento com álcool. Por fim, a bomba de combustível ganhou um tratamento interno para suportar o uso do álcool.

Vale ressaltar que, para garantir a partida a frio em ambientes com temperatura abaixo de 15oC, é preciso que o tanque contenha um mínimo de 20% de gasolina. Isto porque, para que haja a combustão inicial, a mistura deve entrar de forma vaporizada na câmara de combustão. No entanto, devido ao baixo poder de vaporização do álcool, em temperaturas reduzidas a substância não consegue entrar de forma vaporizada na câmara. Nestes casos, a gasolina ajudará a realizar a primeira queima.

Com o objetivo de auxiliar o usuário quanto à partida a frio, a CG 150 Titan Mix possui um mecanismo de alerta por lâmpadas em seu painel de instrumentos. Há duas luzes: “MIX” e “ALC”. Quando ambas estiverem apagadas, significa que a partida é possível em qualquer temperatura. Se a luz "MIX" estiver acesa, o usuário deve abastecer sua motocicleta com um mínimo de dois litros de gasolina. Caso a lâmpada "ALC" esteja acesa, é preciso adicionar pelo menos três litros de gasolina. Se, ao ligar a chave de ignição, a lâmpada "ALC" piscar, significa que a temperatura ambiente é baixa e que o teor de álcool no tanque é alto – o que pode dificultar a partida. Já em caso de pane seca, é necessário que o usuário abasteça a motocicleta com, no mínimo, 50% de gasolina para que o sistema volte a funcionar adequadamente o mais rápido possível.

Para tornar este procedimento ainda mais fácil para o usuário, há no tanque uma etiqueta explicativa e didática, que instrui quanto à quantidade de gasolina que deve ser adicionada ao tanque de acordo com cada situação.

Receita de sucesso

A CG 150 Titan Mix possui todos os atributos da CG 150 Titan a gasolina. Design, motorização, sistema de suspensões e freios foram mantidos.

Inspirada em motocicletas naked de maior cilindrada, como a Honda CB 600F Hornet, a CG 150 Titan Mix tem design moderno e ousado. A lateral e o motor formam um conjunto uniforme, os piscas são integrados tanto na dianteira quanto na traseira e o tanque robusto possui linhas harmoniosas e marcantes. Como novidade, a rabeta lateral traz a inscrição “Mix Fuel Injection”, diferenciando o modelo de sua versão a gasolina.

Na CG 150 Titan Mix, o painel de instrumentos apresenta grafismo com fundo verde – remetendo ao tema da preservação ambiental. Além de velocímetro, luzes indicadoras de direção, farol alto e neutro, marcador de combustível, hodômetro total e parcial (este último apenas na versão ESD), luz de diagnóstico da injeção eletrônica, o modelo agora conta com as luzes “MIX” e “ALC” que fornecem informações sobre a partida a frio.

O chassi, leve, oferece rigidez às torções e agilidade em manobras urbanas. O tanque, com capacidade para armazenar 16,1 litros de combustível, proporciona conforto ao piloto, devido ao melhor encaixe de suas pernas durante a pilotagem.

O moderno e consagrado motor OHC (Over Head Camshaft), monocilíndrico, quatro tempos, de 149,2 cm3, arrefecido a ar, com comando de válvulas no cabeçote e balancim, ambos roletados, é alimentado por sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). O modelo traz ainda bateria selada, de maior vida útil e isenta de manutenção, garantindo ao usuário partidas mais rápidas e eficientes nas versões com partida elétrica (ES e ESD).

A suspensão dianteira, formada por braço telescópico, tem curso de 130mm. Na traseira, o braço oscilante possui curso de 101mm. O conjunto, combinado aos amortecedores com cinco posições de regulagem da tensão da mola, proporciona conforto, progressividade e estabilidade, mesmo em pisos irregulares.

Os pneus, do tipo 80/100 – 18M/C 47P na dianteira e 90/90 – 18M/C 57P na traseira, garantem aderência, segurança e conforto necessários para a pilotagem urbana do dia a dia. Na versão ESD, o pneu traseiro conta ainda com o sistema tuff-up. A tecnologia, desenvolvida e utilizada exclusivamente pela Honda, funciona da seguinte maneira: em caso de perfuração do pneu traseiro, um líquido especial selado à câmara de ar desloca-se rapidamente ao ponto danificado, vedando o orifício e retardando a redução da pressão interna. Assim, o motociclista ganha tempo para providenciar seu reparo.

Na dianteira, tambor com 130 mm de diâmetro garante frenagem eficiente para as versões KS e ES. Já a versão ESD dispõe de freio dianteiro a disco, com 240 mm de diâmetro, e cáliper de dois pistões. Na traseira, todas as versões contam com freio a tambor com 130 mm de diâmetro.

Outro item de segurança presente no modelo é o Sistema Honda de Proteção, composto por shutter-key (fechadura adicional acionada com chave sextavada e combinações magnéticas) e comb-lock (trava do guidão combinada à chave de ignição).

A CG 150 Titan Mix mantém a proposta inicial da linha CG, que é oferecer a melhor relação custo-benefício a seus usuários. Atende às expectativas de seu público, que busca um modelo versátil, prático, confiável e durável, com baixa e fácil manutenção, ideal tanto para uso na locomoção diária, no lazer e como ferramenta de trabalho.

Disponível nas cores preta, vermelha, prata metálica e azul metálica, a CG 150 Titan Mix chega às concessionárias de todo o Brasil em três versões: KS, com partida a pedal; ES, com partida elétrica; e ESD, com partida elétrica e freio dianteiro a disco com cáliper de dois pistões. Sua expectativa de venda para 2009 é de aproximadamente 164 mil unidades.

Seu preço público sugerido será de R$ 6.340,00 (KS), R$ 6.890,00 (ES) e R$ 7.290,00 (ESD). Estes valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem custos de frete e seguro. O modelo tem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.


Honda CB 300R 2009 "Substituta da Twister"

Representante Honda na categoria “street sport naked” ganha motor de 300cc e design marcante, inspirado nos modelos top naked mundiais da Honda

Suas linhas agressivas e o visual sofisticado transmitem esportividade e força. A motorização, com capacidade cúbica ampliada, proporciona pilotagem mais emocionante e desempenho tanto no uso urbano, para locomoção diária, quanto nas estradas, para o lazer aos finais de semana. Esses são apenas alguns dos atributos da CB 300R, que chega para ampliar a atuação da Honda no segmento de média cilindrada e atender à demanda dos fãs da CBX 250 Twister, além de usuários da linha CG que buscam maior diferenciação e evolução, bem como novos adeptos da marca Honda e do mundo das duas rodas.

De acordo com pesquisas realizadas pela Honda, em todo o Brasil, havia grande expectativa em torno de uma nova motocicleta da marca com aparência de maior porte e que proporcionasse ainda mais adrenalina. Com base no desejo desses usuários, a Honda desenvolveu sua nova representante na categoria “street sport naked”.

O primeiro desejo foi contemplado com a aplicação de formas marcantes, inspiradas nos modelos top naked mundiais. Já o segundo foi possível com a adoção de um motor com cilindrada ampliada. Perante suas principais concorrentes, a CB 300R se destaca por ser a única da categoria com propulsor de 300cc, com duplo comando de válvula no cabeçote, e por utilizar sistema de alimentação por injeção eletrônica de combustível PGM-FI.

Design marcante

A CB 300R tem linhas modernas e agressivas, destacando sua robustez. Adota o conceito “street fighter”, que transmite força na parte dianteira e leveza na traseira, sem carenagem e com o motor exposto. Sua esportividade também é favorecida por itens como ponteira e protetor do escapamento em aço inox, paralama com linhas envolventes e aerodinâmicas, pneus largos e rodas de liga leve com cinco raios duplos.

O conjunto frontal, com formas aerodinâmicas, dá à CB 300R identidade marcante. O farol com refletores multifocais garante boa visibilidade noturna, com maior área de iluminação e menor índice de dissipação. Sua carenagem, mais moderna e esportiva, está integrada ao conjunto e amplia a sensação de grande porte da motocicleta.

O tanque de combustível possui linhas acentuadas, vincos e curvas que potencializam a robustez. Capaz de armazenar 18 litros de combustível (com três de reserva), proporciona grande autonomia e praticidade em longas viagens e permite excelente encaixe para as pernas do piloto.

Na traseira, o modelo conta com lanterna exclusiva e rabeta mais curta e afilada, o que reforça sua leveza. O assento em dois níveis proporciona melhor ergonomia, garantindo o conforto tanto do piloto quanto do garupa. Para este último, há também novas alças em alumínio, com formato agressivo, que completam o design da motocicleta e oferecem mais conforto e segurança.

A ergonomia, tanto para o piloto quanto para o garupa, foi melhorada. A altura do guidão foi ligeiramente elevada, melhorando o conforto sem a perda da esportividade, e as pernas do piloto têm melhor encaixe junto ao tanque, ampliando o prazer na pilotagem. Já para o garupa, a posição foi elevada graças ao novo assento, que deixa o passageiro numa situação mais confortável.

Com 143 kg de peso seco, o modelo possui relação entre comprimento, largura e altura de 2.085 mm x 745 mm x 1.040 mm. A distância entre eixos é de 1.402 mm, enquanto o assento apresenta 781 mm de altura e a distância mínima do solo é de 183 mm. O ângulo de cáster e o trail foram modificados, proporcionando mais agilidade à motocicleta.

Motor 300cc

O motor DOHC (Double Over Head Camshaft) com duplo comando de válvula no cabeçote, monocilíndrico, quatro tempos, com quatro válvulas e com radiador de óleo do motor, agora possui 291,6 cm3.

O aumento da capacidade cúbica do propulsor quando comparado ao motor da CBX 250 Twister (249 cm3) confere à motocicleta agilidade na pilotagem urbana e desempenho superior nas estradas.

Enquanto o torque passou de 2,48 kgf.m para 2,81 kgf.m a 6.000 rpm, o que representa um aumento de aproximadamente 13%, a potência passou de 24 cv a 8.000 rpm para 26,53cv a 7.500 rpm, aumentando aproximadamente 10,5%.

O moderno sistema de alimentação PGM-FI (Programmed Fuel Injection) foi desenvolvido pela Honda. Este, aliado ao catalisador instalado no escapamento da motocicleta, faz com que o modelo atenda ao Promot 3 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), em níveis bem abaixo aos estabelecidos pela legislação. Enquanto o limite estabelecido é de 2 g/km de monóxido de carbono (CO), 0,3 g/km de hidrocarbonetos (HC) e 0,150 g/km de óxido de nitrogênio (NOx), a CB 300R emite 1,309 g/km de CO, 0,076 g/km de HC e 0,096 g/km de NOx.

Além de contribuir com a preservação do meio ambiente, uma vez que possibilita menor emissão de poluentes, a injeção eletrônica permite um funcionamento uniforme do motor, acelerações progressivas e lineares, respostas imediatas e comando do acelerador mais suave e confortável. Isto é possível devido à presença de sensores de oxigênio, posição do acelerador, pressão atmosférica, temperatura do ar e do motor, e inclinação, que fornecem importantes informações para um funcionamento adequado em qualquer situação.

Conjunto resistente

O novo chassi, do tipo berço semiduplo em aço tubular, proporciona resistência às torções e excelente dirigibilidade. O modelo é equipado com partida elétrica e bateria selada isenta de manutenção periódica.

A suspensão dianteira, do tipo garfo telescópico com 130 mm de curso, e a traseira, do tipo monoamortecida com 105 mm de curso, oferecem estabilidade e conforto. Os freios, dianteiro a disco com 276 mm de diâmetro e cáliper de duplo pistão e traseiro a tambor com 130 mm de diâmetro, proporcionam frenagens precisas e seguras e foram perfeitamente dimensionados para as características e o desempenho da motocicleta.

A CB 300R utiliza pneus esportivos largos e de perfil baixo, do tipo 110/70 –17M/C na dianteira e 140/70 – 17MC na traseira, que garantem estabilidade, tração e aderência. As rodas de alumínio de cinco raios duplos e 17’’ possuem desenho exclusivo, reforçando a esportividade do modelo.

O painel está mais completo: moderno e esportivo, adota a tendência das superesportivas (CBR) e é composto por tacômetro de ponteiro em combinação com velocímetro, hodômetros total e parcial e marcador de nível de combustível no display digital, além de luzes indicadoras da injeção eletrônica, “neutro”, farol alto e sinalizadores.

A motocicleta conta também com o Sistema Honda de Proteção, composto por shutter-key (fechadura adicional acionada com chave sextavada e combinações magnéticas) e comb-lock (trava do guidão combinada à chave de ignição).

Disponível nas cores preta, vermelha, amarela metálica e prata metálica, a CB 300R tem previsão de vendas de 50 mil unidades até dezembro de 2009. Seu preço público sugerido é de R$ 11.490,00 (base Estado de São Paulo) e não inclui despesas com frete e seguro. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Honda CB400

A CB400 é uma motocicleta fabricada pela Honda.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Honda Biz



































A Honda Biz é uma motoneta desenvolvida e produzida pelo fabricante japonês Honda, tendo sido criada com o propósito de ser um meio de transporte prático para a locomoção urbana. Possui dois tipos de motorização, 100 cilindradas e 125 cilindradas.

Este veículo, de motorização leve e com embreagem semi-automática, foi pensado inicialmente para atender os entregadores de jornal no Japão, pois poderiam pilotar apenas com uma mão, tendo como primeiro modelo a Dream de 100cc.

Especificações Tecnicas Biz 125cc: Modelo: 2008

Disponível nas versões KS (partida a pedal) e ES (partida elétrica), a Biz 125 é ideal para o uso no dia-a-dia e no lazer da família, para homens e mulheres, de todas as idades, motociclistas iniciantes ou experientes. O modelo tem câmbio semi-automático e permite a posição "sentada", o que o faz extremamente fácil de pilotar, versátil e confortável, passando sensação de segurança e confiabilidade. Este modelo que conta com moderno design, traz o motor OHC 125 com mais potência e torque, e o exclusivo Sistema Honda de Proteção.

Conheça abaixo os principais atributos do modelo:

  1. Motor OHC 125, 4 tempos, de construção compacta: mais potência e torque, com durabilidade e economia de combustível.
  2. Câmbio semi-automático e rotativo: praticidade e facilidade na pilotagem, pois a troca de marcha dispensa o acionamento manual da embreagem e permite passar direto da 4ª marcha para o neutro, com o veículo parado.
  3. Sistema Honda de proteção: shutter-key (bloqueador de acesso a ignição com chave sextavada e com codificação magnética), comb-lock (trava do guidão associada à ignição) e chave de ignição com mais combinações de segredos.
  4. Sistema tuff-up: maior resistência ao esvaziamento do pneu traseiro.
  5. Farol e piscas dianteiros com refletores multifocais e lentes transparentes: maior intensidade do feixe de luz, garantindo maior área de iluminação.
  6. Farol de acendimento automático ao ligar o motor: mais segurança para o motocilcista, atendendo a legislação brasileira de trânsito.
  7. Porta-capacete sob o assento: quando estacionada, serve para guardar o capacete; andando, serve para guardar agasalhos, pastas e fichários por exemplo.
  8. Suspensão dianteira telescópica (com 100 mm de curso): grande estabilidade, com resistência e durabilidade.
  9. Freio dianteiro de grande diâmetro (130 mm): frenagens progressivas e seguras.
  10. Aro dianteiro 17 polegadas: melhor estabilidade direcional e maior capacidade para transpor obstáculos e buracos, com mais segurança.
  11. Pneu traseiro 14 polegadas: alto e largo, contribuindo para uma ciclística mais ágil e com maior capacidade de tração.
  12. Assento amplo, em dois níveis e basculante: conforto para o piloto e o garupa.
  13. Painel moderno, com indicador do nível de combustível: facilidade no monitoramento da motocicleta.
  14. Escapamento com protetor: diminui a possibilidade de contato com altas temperaturas, garantindo mais proteção para piloto e garupa

CBR 1100XX SuperBlackbird



















Lançada em 1997 quase por surpresa e afirmando-se como a maior e mais potente super-desportiva da Honda, a estupenda CBR 1100 XX Super BlackBird junta muitas das mais avançadas tecnologias de ponta da marca nipónica, misturada com um desenho elegante e agressivo, capaz de a tornar numa das motos mais desejadas pelos amantes das viagens rápidas e não só. Um motor potente, um conforto extremo e um lote de qualidades dinâmicas revistas primeiro em 1999 e depois em 2001, são apenas alguns dos atributos da moto que transformou o conceito de viajar ou simplesmente servir...
A CBR 1100 XX foi estudada e construída para satisfazer os que realmente pretendem uma moto de elevadas prestações e tecnologia mas também com estilo muito próprio. Apesar de em 2001 ter recebido algumas pequenas modificações estruturais, foi em 1999 que se deu a primeira e mais notada alteração de componentes funcionais, ajudando-a a manter o estatuto de moto de eleição entre os amantes das super-desportivas. Desde o início, a CBR 1100 XX foi desenvolvida no intuito de desenvolver a máxima efectividade em qualquer situação.
Em vez de romper as barreiras de velocidade à custa de mais potência, a equipa de desenvolvimento da XX optou pelo “caminho de menor resistência” minimizando o obstáculo mais importante a uma velocidade elevada: a resistência ao vento e ao fluxo aerodinâmico. Graças ao desenho anguloso e perfilado da frente deste modelo, não só a estética é única e distinta, como se se realizou uma revolução a nível aerodinâmico, resultando a carenagem frontal mais eficiente e com um coeficiente de penetração aerodinâmica superior ao de uma 250 cc. Condutor e passageiro podem desfrutar por isso de uma moto que alia potência e eficiência, mas que tem também um nível de conforto elevado assim como um extraordinário coeficiente de segurança activa. Tudo numa moto sempre fácil de levar.

Estilo

É sem dúvida na frente que se concentra todo o estilo e formas desta moto e é desde aí que o conjunto se desenvolve numa proporção agradável e bem acertada. As muitas horas de desenvolvimento em túnel de vento permitiram obter um conjunto eficiente mesmo para o pendura apesar das linhas puramente desportivas. O desenho da sua secção frontal desenvolve por outro lado um lote de soluções técnicas necessárias a este modelo e ao seu motor, como é o caso do sistema de admissão de ar frontal (tipo Ram-Air) que foi totalmente revisto em 1999.

Novo Sistema de Gestão de Ar

As entradas de ar dianteiras são diferentes desde 1999 permitindo um fluxo de ar directamente na caixa do filtro muito superior. O enorme elemento filtrante com 9,5 lts de capacidade continua a ser alimentado através das entradas de ar montadas em ambos os lados do frontal superior mas agora recebe também um maior fluxo de ar fresco directamente das duas entradas colocadas por baixo da óptica. Além de servirem para arrefecer o radiador de óleo, estas condutas permitem que o motor respire melhor e de forma mais eficiente, “injectando” mais ar fresco e permitindo assim um importante ganho na potência máxima desenvolvida e nas prestações a alta velocidade. De fora quase nem dá para visualizar esta diferença, mas é lá dentro, nas formas especiais das condutas, que está o segredo deste sistema, provado depois na estrada com uma resposta mais vigorosa e sentida do motor que conta também desde 1999 com o sistema de injecção de combustível.

Motor

O motor que propulsiona a CBR 1100 XX sempre se cotou como um dos mais avançados do seu segmento desde que surgiu pela primeira vez montado nesta moto. Com 1.137 cc de capacidade, quatro cilindros em linha, refrigeração líquida e cabeça de 16 válvulas esta unidade não foi em nada alterada desde a primeira versão. Os seus atributos recaíem num formato estreito, compacto e leve mas também na potência que é capaz de desenvolver e na forma como funciona. Tem por exemplo montado um sistema duplo de veios de equilíbrio que reduz para níveis nunca antes experimentados a suavidade de funcionamento desta unidade tão agradável de utilizar quer por condutores mais ou menos experientes.

Injecção de Combustível

Em 1999 a CBR 1100 XX recebeu um novo sistema de injecção de combustível - o PGM-Fi - que está baseado na versão que antes equipava a RC 45 das corridas de Superbike. O sistema dispõe de um avançado comando de controle electrónico gerido por computador, capaz de reduzir em cerca de 8% o consumo de combsutível quando comparado com a versão original de carburadores. Além disso este componente combinado com outros à frente especificados, ajuda a reduzir drasticamente as emissões de gazes poluentes até níveis nunca antes experimentados. O sistema de injecção usufrui ainda do aumento de eficácia do sistema de admissão de ar atrás referido, utilizando 4 corpos injectores com trompas de 42 mm de diâmetro, estas por sua vez alimentadas pela bomba de combustível colocada no interior do depósito de gasolina. Todos os componentes foram cuidadosamente definidos e ajustados procurando-se não só a melhor estabilidade de funcionamento como também as melhores.
O sistema de injecção de combustível permitiu igualmente a anulação do sistema de arranque a frio manual (conhecido por “choke”), dado que o PGM-Fi permite a introdução do volume adequado de ar e combustível aquando do arranque a frio, independentemente das condições climatéricas exteriores. Sem qualquer comando no guiador, o sistema é totalmente inteligente actuando sob as borboletas da admissão, controlando gradualmente o ralenti e desligando todo os componentes de controle assim que a temperatura de funcionamento ideal é atingida.
A ignição digital aplicada neste modelo permite ainda ajustar de forma mais precisa e automática o avanço da ignição e consequente a descarga eléctrica nas velas, permitindo assim a obtenção do funcionamento ideal por todo o regime e minimizando os habituais problemas de auto-detonação. Este sistema tem o seu funcionamento baseado na acção de um sensor electrónico que transmite informação à unidade de controle, ajustando-se assim a ignição do motor. Com esta novidade, são as prestações do motor que mostram uma sentida melhoria geral, sobretudo entre as 3.000 e 6.000 rpm.

Sistema de Injecção de Ar

Introduzido na CBR 1100 XX em 1999, o sistema de injecção de ar fresco nos colectores mantêm-se como uma das mais importantes soluções técnicas nesta unidade permitindo reduzir com grande eficácia as emissões de gases poluentes originados pelos gases mal queimados nos cilindros. Junto ao colectores de escape é introduzido um jacto de ar fresco que prolonga a combustão da mistura residual e que não foi totalmente queimada dentro das câmaras de combustão. O resultado é uma importante redução das emissões de monóxido de carbono e hidrocarbonatos emitidos pelo escape.

Sistema de Escape

O sistema de escape 4-2-1-2 construído em aço inoxidável ganhou em diminuição de peso em relação à versão montada até à versão de 1999, esses uns colectores em aço pintados a preto. Com uma capacidade total de 6,4 litros, os silenciadores finais foram internamente modificados na versão de ’99, reduzindo em quase 1 kg o peso total da unidade, surgindo desde então com um novo formato e agrupamento de colectores junto à saída dos cilindros.
Ainda no escape foi instalada na versão vigente desde 1999, um sensor de emissões de O2, controlado constantemente pela unidade de comando electrónico do motor (ECU) e que tem por finalidade exercer um controle preciso do combustível e da eficácia dos catalizadores de escape montados. Mediante as indicações dadas por este sensor de oxigénio, a unidade de comando do motor pode controlar a todo o momento a mistura mais ideal que deve entrar no motor, conseguindo-se uma combustão mais perfeita e com menor emissão de gases poluentes.
Em perfeita harmonia com estes sistemas, funciona o catalizador de 3 vias montado no escape e que completa a aposta da Honda em reduzir as emissões poluentes deste motor. Em ambos os escapes, antes do colector final, estão instaladas as unidades cilíndricas que filtram os gases e que também elas ajudam à diminuição da emissão de CO, HC, e NOX.

Outros Componentes

Desde a versão de 2001, o motor vem equipada com novas velas de ignição com os polos fabricados em Iridio, conseguindo-se uma ignição mais rápida e potente, além de uma maior durabilidade. A bateria foi alterada, mantendo-se uma unidade sem manutenção (MF) mas constituída por electrólitos que são mais fiáveis, mais resistentes e que permanecem carregados por muito mais tempo que a antiga bateria tipo seco.
A versão existente desde 2001 vem equipada com um sistema de embraiagem hidráulica com accionamento ainda já que se alterou a relação do seu sistema de accionamento e o cilindro principal, reduzindo em cerca de 15% a força que é necessário execer na manete de comando. O número de discos foi reduzido (passou de 9 a 7 em 2001), sendo o material que os constitui mais resistente e com melhor fricção.
Em 2001 a CBR 1100 XX recebeu um radiador com maior capacidade, colocado mais em baixo e com uma muito superior capacidade de refrigeração. Possui ainda um novo ventilador automático. Continua ainda a apostar-se na utilização de um radiador de óleo do motor colocado junto à coluna de direcção mas mais abaixo libertando assim espaço para o sistema de admissão directa de ar à caixa de filtro.
Com tudo isto o rendimento do motor desde a versão de 2001 foi melhorado em termos de distribuição de potência e binário disponível, tendo ainda reduzido o consumo de combustível em cerca de 12% quando comparado com a versão existente em 1999.

Ciclística

Capaz de proporcionar à CBR 1100 XX um equilíbrio ideal entre peso e rigidez, o quadro dupla trave em alumínio assenta a sua função nas duas generosas traves laterais de secção rectangular e soldadas à maciça coluna de direcção também em alumínio. Esta configuração tipo diamante utiliza ainda o motor como elemento de esforço da estrutura, tornando-se ainda todo o conjunto notável pela maneabilidade que permite. Em 2001 apenas a trave que liga o quadro junto à coluna foi ligeiramente modificada reduzindo algumas vibrações e a ressonância do motor.

Suspensão Dianteira

A forquilha telescópica convencional da XX é uma unidade com bainhas de 43 mm de diâmetro e funcionamento do tipo cartucho. Dispõe do sistema HMAS que permite um amortecimento mais dócil e progressivo mas também muito mais confiante ao condutor. As únicas modificações realizadas em 2001 centraram-se nas novas varetas internas em alumínio (em vez das de aço) que permitem uma redução de peso do conjunto, pequena mas significante. A amplitude de afinações é maior, melhorando a resposta da unidade em velocidades mais baixas e ao mesmo tempo aumentando a precisão de resposta em velocidades de cruzeiro elevadas.

Travagem Combinada

Desde 1999 a CBR 1100 monta uma evolução do sistema de travagem combinada desenvolvido pela Honda para os seus modelos de estrada e que se tem mantido practicamente igual à versão até agora disponível. Este sistema de travagem exclusivo da Honda tem mostrado a sua valência e reais capacidades principalmente neste tipo de motos, elevando a confiança de condução do condutor e o nível de segurança de todo o conjunto. Está composto por um conjunto de três discos, todos equipados com pinças de três êmbolos e desenho muito especial, interligadas entre si por dois sistemas hidráulicos separados e um servo-mecanismo de comando.
O sistema permite que cada vez que se trava, quer com a manete quer com o pedal, a força de travagem seja distribuída de forma proporcional por ambos os conjuntos. Qualquer que seja a condição da condução enfrentada (mau piso, piso escorregadio, descidas, baixa velocidade, etc) é sempre possível dispôr de uma capacidade de travagem inteligentemente repartida por ambos os eixos e que além de simplificar o processo de desaceleração, dá uma confiança superior ao seu utilizador. Nos próprios travões, os discos dianteiros foram melhorados em 2001, sendo flutuantes como na CBR 900 RR e com mais pontos de fixação ao cubo da roda. O conjunto traseiro permanece inalterado desde início.

Equipamento

Em 2001 a CBR Super Blackbird recebeu o novo sistema anti-roubo HISS que apenas permite o arranque do motor quando uma das duas chaves de ignição fornecidas de origem é introduzida no canhão. O sistema eleva a segurança do veículo e dispõe ainda de um indicador luminoso da sua activação no painel de instrumentos.
Painel esse que é uma das maiores novidades da moto de 2001. O desenho e grafismos são totalmente novos, mais agressivo e de leitura ainda mais imediata. Agora possui o taquímetro analógico montado ao centro do mostrador, ladeado pelo velocímetro digital e por um mostrador digital onde é possível verificar o nível de combustível e a temperatura do motor. Existe ainda um conjunto de luzes indicadoras de várias funções da moto em ambos os quadrantes do mostrador. No mesmo ano foi alterada a luz piloto traseira, maior e mais abragente, permitindo uma maior visibilidade nas piores condições de utilização. O écran dianteiro foi alterado também em 2001, tendo crescido ligeiramente em altura e na área frontal que oferece aumentando a protecção e conforto a velocidades mais elevadas, quer para o condutor quer passageiro.
Desde 1999 é possível introduzir 24 litros de gasolina no reservatório metálico, mesmo que se tenha optado pela caixa de filtro de ar com maior volume e o sistema de injecção electrónica. Devido a isso o depósito foi puxado mais à frente melhorando igualmente a posição de condução.